Movie* Sempre ao seu lado

Good Afternon everybody!  Lindo dia ensolarado de sábado *-* , deu uma chuvinha gostosa, mas o Sol voltou a raiar mais lindo que nunca! Depois de uma semana cheia na universidade (muitos textos e livros para ler etc, rs), resolvi colocar meu lazer em dia (eu precisava de um pouco de descanso, rs) \o 
Então, acordei tarde (finalmente, eu consegui \o), fiz uma faxina nos meus papéis (total de sacolas de lixo, no final: 4 , haha), e depois resolvi seguir a dica do Rafa,  fui assistir o filme Sempre ao seu lado *-*
Como ele me dissera, é lindo, muitíssimo emocionante e passa uma lição e tanto!
A história do filme é a seguinte:
Tudo começa, com um dia na escola de um garotinho em que a tarefa era dizer para os colegas de classe: quem era o seu herói.
Todos falam de pessoas famosas, como Cristovão Colombo e tal, mas o garotinho em questão diz que seu herói é Hachi, o cachorro de seu avô..., todos ficam espantados e a partir de então, o menino começa a contar a história do cão e no fim entendemos, porque Hachi é um herói.
O filhote de cachorro da raça japonesa Akita, é mandado do Japão para os USA, mas acabam derrubando-o na estação de trem, até que Parker Wilson, o avô do garotinho (Richard Gere). Sem ter como deixá-lo na estação, Parker o leva para casa mesmo sabendo que Cate (Joan Allen), sua esposa, é contra a presença de um cachorro. E assim, os dois se unem, o professor universitário cuida do cachorrinho, não o abandona jamais, tem um carinho enorme com ele e é muito bonito ver isso. Aos poucos Parker se afeiçoa ao filhote, que tem o nome Hachi (que significa oito em japanese, 8 é considerado um número da sorte e também representa o infinito) escrito na coleira, em japonês.
É muito curioso o jeito como o protagonista trata Hachi, rs, se preocupa com ele á todo instante, como se o cãozinho fosse uma criança indefesa *-* Conversa muito com ele!!  Tem uma cena muito  engraçada, em que está ventando demasiadamente, Hachi se encontra na casinha do lado de fora da casa, mas Parker não quer deixar o pobrezinho no frio e então leva-o para dentro de sua casa, não quer deixá-lo sozinho na sala, liga a TV e os dois ficam assistindo jogo e comendo pipoca juntos, é muito fofo *----------------*
Com o passar do tempo, vendo o quanto Parker se sentia feliz ao lado de Hashi, Cate cede e aceita sua permanência na casa.  A dupla dinâmica, rs, vivem as maiores situações juntos *-*
O cão, cresce e a partir de então, passa a acompanhar Parker na sua rotina diária, até a estação de trem, retornando ao local no horário em que o professor está de volta, todos os dias, os dois são inseparáveis. Até que um acontecimento inesperado altera tudo.
Certo dia, Parker não volta para casa, pois morrera no trabalho...
Mas mesmo assim, Hashi vai á estação esperá-lo...., a filha de Parker e seu marido adotam o cachorro, mas não conseguem contê-lo em casa, o cãozinho, muitíssimo esperto dá um jeito de escapar e ir até a tal estação.
O local, passa á ser a casa de Hashi, os vendedores cuidam do bichinho e acompanham a rotina incessante deste, que espera Parker fielmente, até sua morte, nove anos depois...
Gente, eu chorei tanto! É muito emocionante !!! O amor que o akita tem pelo dono supera o amor de muitos seres humanos por aí! Essa raça japonesa de cachorros é conhecida por sua lealdade e por não fazerem questão de agradar os outros, dão carinho apenas a quem amam, não ficam bajulando ninguém.
Hashi mostra o grande poder do amor e como o mais simples dos atos pode se transformar no maior gesto de todos. *-* 
Estava certo aquele que disse: "O cachorro é o melhor amigo do Homem." \o
E o melhor de tudo: a história é verídica!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Aconteceu no Japão *-* 
A verdadeira história de Hashi é assim:

Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos na noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. 
A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume.  A história diz que           na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e este ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Hachikō esperava pelo retorno de seu dono e amigo.
Ficheiro:Hachiko.JPG
Verdadeiro Hachiko
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e o professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.
Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Até que um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época havia apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.
Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.
 Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.*-* 
EU QUERO VER A ESTÁTUAAA!!
A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. .
Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e assim na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos, ele deu seu último suspiro em uma rua lateral à estação de Shibuya. 
Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.
Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.
A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre "um dos olhos" voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken.
Owwwwwwn viram só que coisa mais linda?????
Levanta a mão quem quer um Akita!!!

~* LINKS:
- História do Hachiko completa (AQUI)
- + sobre o filme (AQUI)
Viram só? Os cães tem mais valor do que muitos Homo Sapiens por aí! Assistam gente, eu recomendo, vocês vão amar!







P.S: Esqueci de falar (cabeção, rs), tenho uma dica maravilhosa para vocês! Comprem o livro da Pam, O Elemento Essencial, garanto que vocês não vão se arrepender *-* , eu já li e amei \o, mais informações, acessem (AQUI)

XoXo, Thay ;* 

Um comentário:

  1. Que bom que gostou! O filme eh realmente muito lindo, mas o que mais marcou nesse filme pra mim foi assisti-lo com meus amigos e ver todos eles chorando, principalmente quando a esposa do professor aparece de tanto tempo... foi engraçado vê-los chorar, mas foi bom compartilhar esse momento... ¬¬' achava que só eu chorava nesse tipo de coisa... shaushausha

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