Book - A Ira dos Anjos, de Sidney Sheldon

Olá, leitores! Agora é a minha vez que de escrever uma resenha de livros. Como a nossa amiga Thay, também tenho várias resenhas dos livros do vestibular da Unicamp. Mas ao contrário dela, que ela escreveu com muito prazer e feito pra ajudá-la nos estudos, eu fiz como parte das minhas notas em português. Mas como não vim aqui para escrever sobre os clássicos dos vestibulares, vou ao que interessa.
Vou pelo princípio: sempre adorei os livros do Sidney Sheldon. Comecei a ler ele somente em 2009 e até hoje ainda curto muito as histórias dele... mesmo já não estando mais entre nós a alguns anos. Ainda não encerrei todos os livros que ele escreveu, mas estou indo pelo caminho. A seguir uma lista de relação sobre as obras dele e minha opinião sobre eleas, caso tenha lido. (P.S. eu ignorei os livros infanto-juvenis e a auto-biografia dele porque para mim, eles são “irrelevantes”)

A Outra Face – O menor e o menos legal dele... Mas é ainda bom.
O Outro lado da Meia-Noite – Atualmente lendo
Um Estranho no Espelho – Não lido.
A Herdeira – Não lido.
A Ira dos Anjos – Lido e trarei aqui a resenha.
O Reverso da Medalha – Por hora, o considero como o melhor livro dele. Tem muita história e reviravoltas de matar! Excelente!
Se Houver Amanhã – Não lido, porém de tantos elogios que vejo sobre esse livro (dizem que ele é melhor que O Reverso da Medalha) deixarei ele como o último dele para ler.
Um Capricho dos Deuses – Parei quando tava começando a esquentar a história. Vê se pode...
As Areias dos Tempos – É um caso pior que do anterior: esse parei quando faltava pouquíssimas páginas! Mas em ambos parei por causa de bibliotecas.
Lembranças da Meia-Noite – Continuação de O Outro lado da Meia-Noite. Dizem que a história é independente do livro, mas como quero me apaixonar pelos personagens antes...
Juízo Final – O segundo menos legal dele, mostrando que o autor não se dá bem botando homens como personagens principais.
Escrito nas Estrelas – Não lido.
Nada Dura Para Sempre – Primeiro que li dele. Li por ser uma história de médicos. (estilo de história que gosto bastante) Amei muito!
Manhã, Tarde e Noite – Não lido.
O Plano Perfeito – É o livro dele que li mais rápido: dois dias. Se bem que a média do meu tempo de leitura completa dos livros dele variam de três a cinco dias. Sobre a história... apenas legal. Está longe de ser ruim, mas tem outros dele bem melhores.
Conte-Me Seus Sonhos – O final do livro me deixa ainda confuso. Se bem que a história toda me deixou confuso porque foi o livro dele que mais me chocou.
O Céu está Caindo – Não lido.
Quem tem medo do Escuro? – Lido, mas quando terminei ele, senti a impressão de já ter lido algo parecido com aquilo...
A Senhora do Jogo (Póstumo e escrito por Tilly Bagshawe) – Continuação de O Reverso da Medalha. Continuação maravilhosa! Como o outro, acontece tanta coisa nele...
Depois da Escuridão (Póstumo e escrito por Tilly Bagshawe) – Não lido.

Hummm... 09 livros entre 20. Tou indo no caminho!
E desculpem por fazê-los lerem isso! Nem é tão relevante falar disso por hora! Agora sim vou começar a falar de A Ira dos Anjos, o segundo melhor livro de Sidney Sheldon... por hora.

Capa da Edição que possuo.


Sinopse Básica: A história se passa em Nova York, com a recém-formada advogada, Jennifer Parker. Porém em apenas 04 horas depois de começar a exercer sua profissão, é demitida do lugar em que trabalhava e ainda corre o risco de perder a sua licença por causa de um erro cometido por ela. Nisso, ela se envolve com Adam Warner, um advogado que tenta concorrer na carreira política.

Bem... Resumi muita coisa de forma bem tosca! Mas a partir daqui, vem mais minha da parte mesmo. Logo, aviso que vou rogar muitos spoliers em relação da história.

Capa Atual


Enfim! O livro tem um começo meio blá blá blá, com o promotor distrital de Manhattan, Robert Di Silva (MORRE DIABO), num caso super sólido contra um dos cabeças da Máfia (e um dos persoangens masculinos mais interessantes que o autor já escreveu), o Michael Moretti. (divo <3 ) E uma de suas assistentes, a nova advogado do pedaço, Jennifer Parker (DIVA <3 )tava toda contente por trabalhar para o Di Silva porque isso e aquilo, muda pra flashback do pai dela que era advogado e tudo mais, e no intervalo do julgamento do Moretti (quando tavam interrogando uma das testumanhas mais importantes do caso), desculpe pelo palavreado, mas a Jennifer fez... a merda. Aquela encomenda feita inocentemente por ela fez uma caquinha gigante em tudo e teve como resultado, a liberdade do Michael, a raiva do Robert, a demissão da Jennifer e a quase perda da licença dela.
E entramos na fase “Tou desesperada! Socorro!” onde parece que a nossa protagonista só passa fome e milagrosamente encontra um lugar pra ficar para tentar exercer a advocacia: um pequeno escritório dividido com Ken Bailey. (divo <3) Se o Adam Warner não a “ajudasse”... (Mentira que ele ajudou! Tanto que ele foi na casa dela apenas pra ver se a coitada merecia perder a licença)
Falando do Warner, ele um pouquinho antes de investigar a Parker, já tinham perguntado a ele sobre se ele queria aceitar uma campanha pra promover ele para o senado... E pronto! Temos a origem da storyline mais aleatória de todo livro: Adam Warner na política, mesmo sabendo que ela influencia parte da história.


Capa do DVD do Filme para TV do livro
porém, o final do filme é diferente do
original. Duração do filme: 3 horas!

Voltando ao que interessa, com o passar da história, começam a aparecer os primeiros casos realmente interessantes: o de assassinato, com o Abraham Wilson; o de pegar a pensão alimentícia, com uma professora e um jogador dos Yankees; e com certeza, não posso esquecer a melhor de todas: da idenização com a Connie Garret, que é simplesmente linda!
Fora dos holofotes dela dos casos maravilhosos, (que já nesse meio tempo, voltou a ser famosa positivamente, tem um escritório próprio, junto com seu melhor amigo, Ken) tem um rolo entre a Jennifer e o Adam, e tem a parte mais mela calcinha, com o negócio dele estar casado mas ainda se amarem. E eu no “zzzzzz....”. Mas aí veio o inevitável: o Adam virou senador e engravidou sua esposa (a Mary Beth, ou também chamada de “Chifruda com Orgulho”), deixando a Jennifer toda sofrida e desconsolada. Aquilo me  fez relembrar negativamente Lua Nova. Ai viu, né?
Para botar mais lenha na fogueira: a nossa linda advogada se engravida do nosso novo senador! Digno de novela! <3 Esperamos mais uns meses e nasce Joshua: a coisa mais linda de Deus. Enquanto a nova mamãe cuida da sua cria linda, começa a nascer o que tava pedindo sempre: uma tensão entre Jennifer e Michael, já que ele ficou interessado por ela ter conseguido ser bem sucedida e querer no futuro os serviços dela. Já fiquei serelepe quando li essas partes.

Capa da edição de bolso da Coleção
Vira-Vira, da Editora Record



No meio livro, acontece realmente a primeira coisa que me traumatizou por completo mesmo. O que seria? Aí é só ler o livro mesmo. Mas digo que depois disso, acontece muita coisa tipo: as pegações entre o Michael e a Jennifer (não sou adepto ao casal, mas como amo a tensão entre eles e detesto a doçura extrema entre Jenny/Adam); muito mais do Adam como senador e de quebra, tentando se candidatar a presidente; uma voltinha com Jennifer e Adam; a prova de que como relembrar sobre o Joshua é querer me fazer chorar; e obviamente, o final que acontece um milhão de reviravoltas em todas as histórias.





Personagens:
Jennifer Park – A diva. Começa toda boba, inocente, e encerra a história já madura e com uma grande história.
Adam Warner – Olhe, até que gosto dele. Mas ele não me chamou a atenção. Também, né? Não tava minimamente interessado sobre ele na política. Por mim, aquilo que se exploda!
Michael Moretti – Vilão ou Anti-Herói? Eis minha dúvida. O mafioso me intrigou muito por sua natureza. Mas confesso que achei ele apaixonante. Como disse antes, a tensão entre ele e a Jennifer é muito boa.
Robert Di Silva – Aparece pouco, mas quando aparece, rogo muito ódio por ele.
Ken Bailey – Aparece pouco, mas quando aparece, dou muito amor para ele.
Joshua Adam Parker – Criança linda! Apenas digo isso, pois se falar muito sobre ele...

Saldo sobre a história: Nota 10! Mesmo com o fim não sendo aquilo que pensava (coisa típica do Sidney Sheldon, que é a falta de obviedade e o choque do final) e de quebra, um fim que me deixou sem reação, eu recomendo demais esse livro! Não se decepcionará!

Olhe, até escreveria mais sobre o livro, mas ai falaria coisa que não posso contar. Já falei demais só com o que escrevi. Mas é por hora isso. Beijões e até o próximo post.

Nenhum comentário:

Postar um comentário