Alice no País das Maravilhas - uma metáfora para a vida

Hi, my lovely readers! Como estão? Espero que estejam muitíssimo bem!

Há anos que penso em Alice no País das Maravilhas como uma metáfora para a vida... mas foi há alguns poucos meses que eu comecei a me sentir de fato como Alice.


Acho que o clássico de Lewis Carroll pode se encaixar em diversas interpretações, sejam elas com base na psicologia, psicanálise, filosofia, física, matemática etc..

No entanto, para mim, adquire a seguinte forma:

Eu sou Alice, perdida. Perdia porque não sei que caminho tomar. É o meu último ano de faculdade e eu não sei o que fazer. Estou assustada. Achei que soubesse o que queria e o passo-a-passo do que faria aos meus 22 anos, licenciada em Letras; mas não sei.

Algumas reflexões sobre a trilogia "Jogos Vorazes" de Suzanne Collins

Esse post contem MUITOS SPOILERS!
Hey my lovely readers! Como estão??
Há alguns dias ,eu finalmente me rendi à trilogia "The Hunger Games"! Tinha começado a ler o primeiro livro em 2012, mas não sei por qual motivo... não continuei a leitura. Todo mundo começou a falar muito bem da história, virou febre e tal... mas não me chamava muito a atenção. No entanto, em meu momento atual, resolvi que era hora de ler a trilogia! E... uau.. me apaixonei pelo mundo criado por Suzanne Collins!! Devorei os três livros rapidamente, sendo o meu preferido o segundo: "Em Chamas".
Não vou fazer uma resenha propriamente dita, pois há muitas por aí... Resolvi fazer algo diferente! Como cada um dos livros despertou inúmeras reflexões em mim, tanto pelo fato de que os temas desenvolvidos pela Collins estão presentes também na minha pesquisa de faculdade, quanto pela minha vontade imensa de falar algo sobre Jogos Vorazes.
Antes de iniciar a reflexão, devo dizer que o meu personagem favorito da trilogia é o Peeta s2 ! Ele é muito amor!! É um garoto super gente boa e inteligente que sempre se mantem fiel ao que ele é. Peeta não deixa que as pessoas "superiores" moldem o que ele é.
Quanto à sua amada: muita gente não gosta da Katniss,.. mas ela é a minha segunda favorita (me identifiquei um pouco com a moça e a admiro muito pela coragem e pelo amor. Ok, ela é fria em muitos momentos... e faz um monte de besteiras, mas devemos levar em conta o quanto ela é usada por pessoas "superiores" ao longo dos três livros). Chorei bastante com "A Esperança".... mas como minha amiga Flavinha disse: "é uma distopia, não poderia ter um final suuper feliz!".
Bom, vamos ao que interessa:


Jogos Vorazes é uma distopia e tem como ambientação Panem, uma sociedade dividida em distritos cujo poder se limita ao Presidente Snow, à Capital. 
Na Capital tudo é pura ostentação. O que mais importa para os cidadãos é a aparência, o luxo, a fartura. Eles se enchem de comidas deliciosas e depois vomitam tudo para poder comer mais. Eles se divertem com um reality show, no qual 24 adolescentes são jogados em um lugar terrível e tem que lutar pela sobrevivência, ahh sem contar que apenas um tributo vence e, para isso, é preciso matar os concorrentes. Enquanto, na Capital, as pessoas vivem no bem bom, há cidadãos passando fome nos distritos inferiores. Nesses distritos, há pacificadores que munidos de armas, garantem o cumprimento das leis. Há várias coisas que os cidadãos não podem fazer.
Os Jogos Vorazes são realizados para que o povo se lembre do que acontece com aqueles que tentam se rebelar contra a Capital. 

Eu sabia

Eu olho para o mural de fotos na parede do meu quarto e penso: como algumas pessoas  que eram tão importantes, hoje, não significam quase nada?
Como saber se uma pessoa é realmente confiável ou uma grande representadora? 
Talvez a gente sempre saiba... mas algumas coisas são difíceis de assumir, até para nós mesmos.
É difícil aceitar que aquela amiga não era tão amiga assim, que aquele cara não gostava tanto de você...etc etc etc ad infinitum
Uma das minhas maiores características é sempre enxergar o que há de melhor nas pessoas, por mais que nem mesmo elas enxerguem (isso é tanto uma dádiva quanto uma fraqueza).
Por outro lado, eu sempre sinto quando uma pessoa é de verdade ou não. O problema é quando uma pessoa querida, que até então era verdadeira, passa a ser falsa. Ou pior... quando essa pessoa mostra o que realmente é... e você se recusa a aceitar aquilo.
No entanto, todo mundo cansa algum dia. Até a mais paciente e apaixonada das pessoas.
Você vai enxergando as pistas ao longo dos anos, começa a achar que tem alguma coisa estranha (não, não pode ser...), você percebe, sabe que é a hora de dar um basta.. mas não tem coragem, aquilo vai se acumulando... até que BUM! Não dá mais. A oportunidade perfeita surge.. basta uma briga e você enxerga, vem o impulso. Entre eu e uma """"amizade"""" que me desrespeita e humilha... é lógico que eu escolho a mim. 
Então você percebe que estava de fato certa... Nos momentos de raiva, as pessoas costumam falar verdades, tudo aquilo que está engasgado.
As máscaras caem. E uma vez que decido que a pessoa não merece um pingo dos meus sentimentos, ela morre pra mim. 
As brigas, as lágrimas, as ofensas, todo o nervoso, a mágoa, o rancor, a grosseria, o desrespeito, a "traição"... tudo dói. Mas a dor dura pouco, porque o alívio também vem. O alívio de ter conseguido perceber a falsidade, o alívio de não ter mais aquela pessoa destrutiva te manipulando, fazendo abuso emocional. Então você respira.
E pensa: "eu sabia".

Movie* A Teoria de Tudo

Hi, my lovely readers!! No domingo, finalmente fui assistir o tão esperado filme "A Teoria de Tudo"... que conta um pouquinho da vida de Stephen Hawking (sou fã dele).


Sinopse
Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.

O filme começa com um Stephen Hawking bem novinho, aluno de cosmologia da aclamada Cambridge. O jovem físico vai à uma festa com seu amigo e companheiro de quarto, e lá conhece Jane Wilde. Os dois começam a conversar e se dão super bem, a partir daí, acompanhamos a evolução desse relacionamento.